Farpas de soberba incomodam
E de qualquer valor é atribuídaMas onde está a velha roupa?
Deixada de lado, foi esquecida
O engano se transpôs
Na verdade que se complica
Com caráter que se distorce
E o desejo se suicida
As pérolas invadiram o salão primeiro
A dama da noite corrompeu os olhares
De toda graça, de jeito faceiro
Estremeceu a torre e seus pilares
Cobriu-se de inquieto poder
Na natureza do ter infinito
Parecendo um tanto comum
Em um mundo oprimido
Oprimido da própria necessidade
De fazer-se exclusivo
Confundido felicidade
Com acúmulo excessivo


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