Fomos acordados brutalmente de nosso sonho. Estávamos seduzidos, encantados, deitados em uma rede vermelha com varanda de renda branca. O vento refrescava, nossos braços proporcionavam aquecimento mútuo, então mantinhamos o clima perfeito. Não me importa, pelo menos não mais, quem foi que nos acordou para essa realidade farsada. Importa-me sim, que eu, nem que seja nos resquícios de minha última força, ignore os invejosos e inecrupulosos, e volte a sonhar. Para tanto, é fácil, ousado, mas plenamente possível, basta não ter medo da rede e voltarmos a dormir juntos.
Eu me permito fluir em versos livres, e não os conduzo a uma estrutura que seja coerente em suas conexões.
Eu os deixo saltar, e ao invés de procurar estilizá-los para um determinado fim, contemplo toda sua essência tal qual se concebe.
Eu os deixo saltar, e ao invés de procurar estilizá-los para um determinado fim, contemplo toda sua essência tal qual se concebe.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
RUPTURA
Fomos acordados brutalmente de nosso sonho. Estávamos seduzidos, encantados, deitados em uma rede vermelha com varanda de renda branca. O vento refrescava, nossos braços proporcionavam aquecimento mútuo, então mantinhamos o clima perfeito. Não me importa, pelo menos não mais, quem foi que nos acordou para essa realidade farsada. Importa-me sim, que eu, nem que seja nos resquícios de minha última força, ignore os invejosos e inecrupulosos, e volte a sonhar. Para tanto, é fácil, ousado, mas plenamente possível, basta não ter medo da rede e voltarmos a dormir juntos.
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