Começe beijando minha nuca, enquanto suas mãos delineiam meus ombros. Deixe sua respiração tocar levemente meus poros, e assim, submeta meus pêlos a ficarem na posição vertical. Diga-me meia dúzia de ilusões, a qual eu julgue verdade pelo menos por um segundo. Depois, espalhe meu cabelo com suas unhas, e venha percorrendo até chegar ao meu rosto. Quando estivermos com os olhos se enfrentando, conduza sua língua ao redor da boca, e então me embriague, motivando-me a fechar os olhos. Quando isso ocorrer, tire-me do chão, envenene-me com seu beijo e me deixe sentir o prazer de morrer em seus braços.
Eu me permito fluir em versos livres, e não os conduzo a uma estrutura que seja coerente em suas conexões.
Eu os deixo saltar, e ao invés de procurar estilizá-los para um determinado fim, contemplo toda sua essência tal qual se concebe.
Eu os deixo saltar, e ao invés de procurar estilizá-los para um determinado fim, contemplo toda sua essência tal qual se concebe.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
PARA MATAR-ME
Começe beijando minha nuca, enquanto suas mãos delineiam meus ombros. Deixe sua respiração tocar levemente meus poros, e assim, submeta meus pêlos a ficarem na posição vertical. Diga-me meia dúzia de ilusões, a qual eu julgue verdade pelo menos por um segundo. Depois, espalhe meu cabelo com suas unhas, e venha percorrendo até chegar ao meu rosto. Quando estivermos com os olhos se enfrentando, conduza sua língua ao redor da boca, e então me embriague, motivando-me a fechar os olhos. Quando isso ocorrer, tire-me do chão, envenene-me com seu beijo e me deixe sentir o prazer de morrer em seus braços.
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Apaixonado neh amigo!
ResponderExcluirParabens pela Inspiração ;)