Tentamos fazer das outras pessoas um reflexo de nós mesmos. E quem, em algum momento, por menor que fosse, nunca desejou invadir o coração de outra pessoa, e fazer certos ajustes? Isso é ruim? É egoísmo? Vaidade? Desleaudade? Não! Nada disso. Isso é o desejo que as coisas encaminhem-se da melhor forma. Mas quem tem a melhor forma? Eu? Você? Nós? Dificilmente chegaremos a uma concluão que seja satisfatória a todos, mas continuemos a buscar, a tentar. Quem sabe um dia, entre tantas vontades, desejo de mudanças e adaptações, a gente se esbarre com quem amamos, em uma dessas esquinas tortas do coração.
Eu me permito fluir em versos livres, e não os conduzo a uma estrutura que seja coerente em suas conexões.
Eu os deixo saltar, e ao invés de procurar estilizá-los para um determinado fim, contemplo toda sua essência tal qual se concebe.
Eu os deixo saltar, e ao invés de procurar estilizá-los para um determinado fim, contemplo toda sua essência tal qual se concebe.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
CONCORDA?
Tentamos fazer das outras pessoas um reflexo de nós mesmos. E quem, em algum momento, por menor que fosse, nunca desejou invadir o coração de outra pessoa, e fazer certos ajustes? Isso é ruim? É egoísmo? Vaidade? Desleaudade? Não! Nada disso. Isso é o desejo que as coisas encaminhem-se da melhor forma. Mas quem tem a melhor forma? Eu? Você? Nós? Dificilmente chegaremos a uma concluão que seja satisfatória a todos, mas continuemos a buscar, a tentar. Quem sabe um dia, entre tantas vontades, desejo de mudanças e adaptações, a gente se esbarre com quem amamos, em uma dessas esquinas tortas do coração.
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