Eu me permito fluir em versos livres, e não os conduzo a uma estrutura que seja coerente em suas conexões.
Eu os deixo saltar, e ao invés de procurar estilizá-los para um determinado fim, contemplo toda sua essência tal qual se concebe.








domingo, 15 de janeiro de 2012

AS GAIVOTAS E EU


Eu pensava que conhecia o trajeto das gaivotas,
e ao julgar sua assimetria lhes nomeei tortas.
Confundi-me tanto, que minha visão se perdeu,
era voo tão livre que no céu amanheceu.
Que tolice a minha julgar tal natureza morta!
Foi quando ouvi aquela voz, que de sabedoria exorta:
Pequeno homem te comporta! Tal como tu, elas têm sua própria rota.


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