Eu me permito fluir em versos livres, e não os conduzo a uma estrutura que seja coerente em suas conexões.
Eu os deixo saltar, e ao invés de procurar estilizá-los para um determinado fim, contemplo toda sua essência tal qual se concebe.








terça-feira, 10 de setembro de 2013

VERANEIO

Ventos frescos, brisas leves. Quantas rogadas sao as preces? Janela de madeira aberta, ladeira de calçamento infindo. Braços debruçados no parapeito de cimento. Passo e seu olhar sempre tento. Amor que não minto. Bela donzela, vestida que bela! Cair da noite e luzeiro aceso, sabes o quão sou prisioneiro. Cidade de meia altura, paixao inquienta que me pendura. Por ti tudo, só tudo faria. Vem embalar se comigo, minha doce maria.



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