Ventos
frescos, brisas leves. Quantas rogadas sao as preces? Janela de madeira
aberta, ladeira de calçamento infindo. Braços debruçados no parapeito
de cimento. Passo e seu olhar sempre tento. Amor que não minto. Bela
donzela, vestida que bela! Cair da noite e luzeiro aceso, sabes o quão
sou prisioneiro. Cidade de meia altura, paixao inquienta que me pendura.
Por ti tudo, só tudo faria. Vem embalar se comigo, minha doce maria.


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