Eu me permito fluir em versos livres, e não os conduzo a uma estrutura que seja coerente em suas conexões.
Eu os deixo saltar, e ao invés de procurar estilizá-los para um determinado fim, contemplo toda sua essência tal qual se concebe.








quarta-feira, 14 de setembro de 2011

INTROSPECTO

Minha inquietação não me torna frágil
Minhas descobertas não me fazem dono
Meu sentimento pode ser palpável
Minha realidade é um paralelo ao sonho

Vivo de fatos idealizados
Não que eu os faça assim
As idéias são pensamentos encontrados
E eu as procuro em mim

Posso está em busca do que jamais encontrarei
Esperando pessoas que talvez não conheça
Mas gosto desta saga e do que procurei
Acreditando que um dia tudo aconteça

Não tenho a séria pretensão de ser compreendido
Nem que seja escutada a minha voz gritante
Tenho ego profundo e o mantenho submetido
Deixando a modesta às claras e distante

Já me disseram uma vez para não correr certos riscos
Que muitas das minhas atitudes eram loucura
Mas ousar é algo de que muito preciso
Romper meus próprios limites me é apresentável como cura

Esses vícios pessoais concretizam um caráter expressivo
Em regresso ao período enigmático do medo
Identificando no espelho em meus reflexos expansivos
Saindo-me destas teias do insistente pesadelo

É incessante esse contato de prodígio intelectual
Como fuga feroz de uma louca nostalgia
Em convívio com o mundo e sua presença astral
Recebo de bom grado a herança, a sabedoria.

 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Doce Arquiteto da Sedução- Apresentação




Brevemente você poderá conferir capítulos do meu livro, que traz como narrativa a saga de uma mulher que encontra-se perdida em meio a uma mudança radical em  sua vida. Haverá divergências de conceitos, crenças e visão sobre a vida e as pessoas.
Essa trajetória cheia de mistérios e conflitos fará você viajar sobre momentos impactantes e misteriosos, com doses de suspense e sedução.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A Mais Humilde Descrição


Fonte de ternura, beleza inesgotável,
Afeto sincero, coração afável,
Som da pureza, semblante de paz,
Doçura no olhar, confiança eficaz.

Aos pobres homens mortais a tarefa de te admirar.
Aos exuberantes anjos, a tua angelicalidade invejar.
Até a mais humilde estrada se alegra ao você passar,
Os pássaros que dormiam, inquietam-se para cantar.

És a junção das duas significantes belezas,
A externa que embriagam os olhos,
A interna que encanta a alma purifica o corpo e transmite à calma.
Que arrepiam os mais diversos poros e que desaprende a fala.

Feliz aquele que desfruta a tua presença, que absorve a tua essência,
que compreende a bondade da tua maledicência, que canta teu encanto, que crer a tua crença
Aos espertos uma dica mais que valiosa, de tal respeito que se torna gloriosa
Que por todos esses caminhos jamais se engane
Não és qualquer mulher, o seu nome é ...
Advinhe se puder!

quinta-feira, 28 de abril de 2011